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terça-feira, 17 de outubro de 2017

LINDO SONHO DE AMOR Autora: Profª Lourdes Duarte



LINDO SONHO DE AMOR
Autora: Profª Lourdes Duarte


És um anjo lindo, meu sonho encantado
Fazes parte da minha realidade
Dá um colorido diferente aos meus dias
Brilhas, é és minha estrela guia
Ao teu lado vivo intensa felicidade.


A coisa mais linda que me acontece
É poder dividir contigo meus momentos
Ao seu lado, me sinto convencida
Amparada, forte e desmedida
Amada, feliz e protegida.


Maravilhoso mundo do amor
Como nos lindos contos, vivemos
Um mundo cheio de amor e alegria
És meu amor, imutável e imensurável
Amor que jamais termina. É incessável.


Viver contigo, a vida tem outro sentido
És meu amanhecer a luz de cada dia
És o meu mundo, minha estrela guia
És o mais Lindo sonho de amo,
 Que eu sonhei pra mim um dia!

************ 

Escrever poesias falando de um grande e verdadeiro amor, não é tão difícil. Difícil mesmo é encontrar um amor assim.

Wanderlino Arruda escreveu o seguinte:

Como é bom sonhar sonhos lindos, nas horas de boas lembranças, no tempo de ser feliz, em momentos de alegria, quando nem mesmo a saudade pode indicar separação!
Como é grato o amor que põe minha vida na tua em dimensão de encanto!
Boa é a ternura, a sensação de carinho de dois seres vivamente enamorados!
Para um grande amor, não há fronteiras, não há limites no ontem, no hoje, no agora de toda a eternidade!



domingo, 15 de outubro de 2017

VIVER É UM DESAFIO DIÁRIO Autora; Profª Lourdes Duarte



VIVER É UM DESAFIO DIÁRIO
 Autora; Profª Lourdes Duarte

Viver, é um desafio diário e constante e para vencermos, temos que retirar os obstáculos do nosso caminho, um por um. Se erramos, não desistamos de seguir em frente.
 Os erros, são novas oportunidades que temos para "recomeçarmos" com mais sabedoria e humildade.

Lute e aprenda a retirar as pedras e os espinhos que interpõem-se em seus caminhos, e não permita que seus sonhos "desfaleçam" ao pôr do sol.

Não sinta-se inferior nem superior as pessoas que te rodeiam, todos tem seu lugar ao sol, seus direitos... Assim sendo, busque sempre ver as pessoas com os "olhos do coração" e não com os "olhos humanos".

 Amamos a vida porque é o bem mais precioso que temos, ela é como um labirinto desconhecido, com vários caminhos a seguir. Cada dia é único, e o que nos fascina é o desconhecido dos dias vindouros.

  A cada amanhecer, renascemos para a vida com esperança de dias melhores e de sermos felizes. Como diz Confúcio “Até que o sol não brilhe, acendamos uma vela na escuridão”.
O que seria da vida, se não fosse nossas lutas e superação dos desafios.

Os dias seriam amenos e a vida sombria, sem graça, com certeza.
Vivamos pois, com alegria e amor, façamos a nossa passagem pelo mundo, um marco de renuncias das tristezas, e sejamos felizes, superando os problemas e com dignidade, encarando a vida de frente, tal qual ela é.

 Fernando Vieira, tem um pensamento que diz : ‘ 
A vida é um desafio, as coisas mudam diariamente. Não existe uma fórmula para não se magoar, cabe a nós saber decidir o que vale a pena”.

Vale  a pena lutar, superar os desafios e sermos  felizes!


sábado, 14 de outubro de 2017

SOU PROFESSORA Profª Lourdes Duarte




Oração do Professor

Carol e Rafael



BOM DEUS,
ao iniciar este novo dia desejo falar um pouquinho contigo.
É para dizer-te o meu muito obrigado por tudo o que me tens dado:
um caminho para trilhar, um ideal para atingir e
tantos seres para amar!


E também para pedir-te que continue ao meu lado, para que eu sinta tua presença, tua força e tua luz;
Venho pedir-te, meu Deus, alegria e entusiasmo para ajudar meus alunos a compreenderem as matérias que leciono.


Que eu saiba tratar a todos com bondade e justiça, e que acima de tudo, com o meu exemplo, possa levar até eles a tua mensagem.
Que eu seja ponte, através da qual muitos possam chegar a ti.
Só assim terei a certeza de estar cumprindo integralmente a missão que me confiaste.


É o que desejava dizer-te.
 


SOU  PROFESSORA
Profª Lourdes Duarte

  
Entre tantas profissões
Escolhi ser professora.
Missão dura e espinhosa
Que exerço com amor.


Se voltasse ao tempo seria
Novamente professora,
Pois é muito gratificante
Ver que as sementes plantadas
Dão bons frutos com louvor.


Para ser um bom professor
Não basta apenas ensinar
Mas aprender a aprender
E suportar a dor
Que muitas vezes a profissão
Impulsiona-nos a passar.


 A desvalorização da categoria
Que machuca terrivelmente
Deveria ser diferente!
Uma vez que por um professor,
Todas as outras profissões já passou.


FELIZ DIA DOS PROFESSORES!



sexta-feira, 13 de outubro de 2017

O MAR ,A LUA EU E VOCÊ Autora: Profª Lourdes Duarte


O MAR ,A LUA EU E VOCÊ
Autora: Profª Lourdes Duarte



As águas deste mar os pés te lavam
Caminhando na arei linda e faceira
Acende o sol dos meus devaneios
Quando a água deste mar molha teus cabelos.


Numa tarde de verão, sol a pino
A praia o mar, eu e você
No vaivém das ondas...
Vem o anseio de amar-te por inteira.


Sentada na areia da praia,
Como uma sereia a descansar
O mar, com águas cristalinas,
Refletiam teu lindo rosto, fazendo brilhar.


A tarde cai o sol vai ao longe se apagando
O mar vai engolindo o sol,
 o entardecer aproximando-se
As horas passando, despercebidas, por nós,
Inebriados  de amor sobre o sol ameno.


Os olhos se perdem no horizonte infinito
Sobre a imensidão das águas do mar que se agitam
Aos poucos, o sol escurece e vem a lua
Com seu brilho, calmo e sereno
Fazer-nos companhia.


A natureza como um presente mágico,
Um espetáculo de encantamento e beleza,
Contagia os corações apaixonados
Que num misto de amor e prazer,
Deixa a noite ainda mais romântica e bela.







segunda-feira, 9 de outubro de 2017

AMOR SEM LIMITES Autora: Profª Lourdes Duarte


AMOR SEM LIMITES
Autora: Profª Lourdes Duarte


Enquanto não superarmos,
A ânsia do amor sem limites,
Não sentiremos,
A intensidade do amor.


Enquanto não atravessarmos
A dor de nossa própria solidão,
Continuaremos sem discernir
 O verdadeiro amor.


E na buscar da nossa outra metade
Temos que crescer emocionalmente
Para viver a dois, um grande amor,
É necessário, antes, ser só um.


O amor quando floresce em doçura
É como uma fonte fresca em ebulição
Ou como uma chama ardente, que queima
E que aquece o coração.



 Sérgio Velloso, falando sobre o  amor diz que,

O Amor!
Que seja doce como mel, ou amargo como fel, mas que seja verdadeiro; Que te satisfaça amplamente e te torne muito feliz; Que seja intenso, mas na medida certa; Que não seja em demasia mas não se torne escasso; Que exceda seus limites mas não viole suas virtudes; Que se eternize nas ondas do tempo.


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

O VÉU NEGRO DA NOITE. Autora: Profª Lourdes Duarte



O VÉU NEGRO DA NOITE
Autora: Profª Lourdes Duarte


Morre o dia, o sol no horizonte desfalece,
Arrebol pinta o torso do céu, a noite estar por vir;
A meia luz do entardecer continua brilhando
Apenas raios, no céu do sol celeste
Dizemo-nos adeus silenciosamente.


Como na rotina do tilintar dos sinos,
Ouço a brisa passar soprando meus ouvidos
Similar a música de um hino que anuncia,
            A noite profunda que cai, o dia que termina.


No céu, o sol fecha, por hoje, sua cortina,
Até que seus raios, na aurora venham brilhar
Esperançosa, olho para a colina,
Imaginando, os sonhos que irão descortinar!


E, como uma orquestração silente, misteriosa
A noite se prostra num olhar arcano e profundo
O véu negro da noite cai, a terra se veste
Coberta com o brilho das estrelas, bem ao longe!


Envolto no véu escuro da noite
Estrelas brilham em pura magia
Os dias e as noites nunca serão iguais
Mas haverá o encontro, da noite com a luz do dia.

******




“O poeta vive entre o céu e a terra, onde há mais mistérios do que a vã filosofia”.



        Existem muitos mistérios que envolvem as mais profundas noites e muitos mistérios se tornaram lendas.
Por que as lendas são envoltas em Mistérios e Magias.
São uma criação dos caminhos da mente, da vaga imaginação da liberação dos silêncios da alma...

Vale a pena ler essa linda lenda



A NOITE ESCURA
postado por Jaqueline Correa

      Era uma noite escura. Rezava a lenda, e também o bom senso, que quando escurecesse, ninguém mais poderia sair de casa. Essa história não se passou em uma cidade urbana, mas em uma antiga vila localizada no interior da Irlanda.
Como se sabe, esse país é cinzento. O céu esbanja as suas nuvens espessas e sempre carregadas, e o sol, sempre escondido, parece que nunca faz questão de aparecer. Nessa vila, as casas eram de tijolos rústicos e muito parecidas:

   Uma porta no meio e duas janelas laterais. Na frente, um cercadinho demarcava as propriedades. Algumas mulheres mais caprichosas davam um jeitinho especial, plantando pequenas hortas, jardins e gramas. Era o jeito mais colorido para dissipar a atmosfera cinza.

   Mas, à noite… Ah, à noite… Não tinha como sair sem uma lamparina. E devia ser de boa qualidade, com bastante querosene, para que o fogo não se apagasse quando mais se precisasse dele. Sim, porque, além do frio, os moradores ainda tinham que conviver com os ventos noturnos. E como não havia prédios, eles passavam rente aos ouvidos, dando sussurros de arrepiar:

– Vuhhhhhhh… Vuhhhhhhh…

    Quem não era acostumado a sair de noite e se aventurava a fazer alguma coisa lá fora, se assustava com o uivado da ventania.

    Contava-se por lá que um tal ser saía às ruas em busca de comida. Alguns diziam ser um lobisomem, outros uma fera desconhecida, outros ainda, “alguma coisa de outro planeta”. E quando surgia uma cabra, bezerro ou ovelha morta, então, aí que as suspeitas recaiam sobre essas criaturas jamais vistas por ninguém.

    Mas, naquela noite, contrariando os pais e avós, Belle resolveu buscar mel na casa de uma vizinha. O pai, bem que tentou, mas não conseguiu impedir a garota de buscar o alimento para adoçar o chá da avó, adoentada havia dias.

     Por causa do vento, cobriu a cabeça com uma grande echarpe de veludo, apertando-a firmemente no pescoço com uma das mãos. Com a outra, segurava a lamparina. Porém, o vento era forte demais. E deveras tenebroso.

    Belle saiu, enquanto todos se trancavam em suas casas. A noite era muito escura e estava impossível enxergar um palmo à frente sem a ajuda de um reles feixe de luz.

   A menina apressou o andar, mas era impedida de caminhar mais rápido pela forte ação do vento. Ela era lançada vagamente para um lado e outro e, na esperança de equilibrar-se para não cair, tentava agarrar-se a qualquer coisa – mas sempre em vão. Era como se estivesse enfrentando um vendaval sozinha.

   As árvores, mesmo sem ninguém ver, balançavam enlouquecidas. E os galhos secos despencavam das alturas, tornando-se mais um perigo a ser enfrentado. E enquanto andava, Belle pisava nas folhas úmidas que a faziam escorregar.

“Por que tanto sacrifício?”, ela pensava, como se uma culpa já quisesse se instalar em sua mente. Ao mesmo tempo, lembrava-se da avó, debilitada na cama feita de palha, a espera do chá que poderia trazer a sua cura.

Ela nem havia terminado de expelir o pensamento, quando, de repente, um vento arrebatou o fogo da lamparina. Tudo enegreceu! Belle não via nada, apenas ouvia o ensurdecedor barulho do medo. As árvores, o vento, as folhas, os galhos. E o bicho? Belle se atormentava por dentro, e seu coração, agitado, ditava o ritmo da sua respiração. As veias saltavam, os olhos se arregalavam, e a voz cada vez mais muda. Contradição? O terrível temor da morte.

    Os vizinhos, de suas casas, tentavam espiar a menina que se debatia sem mover um dedo sequer. Estavam assustados, temendo o pior.
Belle, completamente imóvel, procurava mexer a cabeça para saber aonde ir. “Vou voltar para casa”, ela dizia a si. Mas, como saber qual o caminho de volta? E se em vez de ir rumo à sua casa, fosse de encontro à floresta? Como sairia de lá? Então, pensou em seguir em frente. E, mesmo no breu instalado, deu sucessivos passos lentos e duvidosos.

Um após o outro… Um após o outro…

  Belle já se sentia mais segura. Até o grito do vento parecia não fazer mais sentido. Eles não eram nada. Era como se não estivessem ali. E nem mesmo o temor da suposta criatura trazia a ela alguma sensação ruim.

  Foi quando, no último passo que deu, encontrou em sua frente a porta da casa da vizinha. A essas alturas, todos estavam admirados. O vento parou e o frio também. A escuridão ainda estava ali, mas Belle conseguia se mover como se ela não mais estivesse. A vizinha lhe deu o mel e olhava com grande espanto para a menina. Não apenas a vizinha, mas todos os vizinhos abriram suas portas para contemplar a garota, lançando nela olhares estupefatos de admiração e, ao mesmo tempo, de pavor.

  Belle não entendia nada, mas imaginava que os moradores, inclusive seus pais, estivessem assim por ela ter tido coragem de sair naquela noite escura, quando ninguém o faria.

– A senhora pode acender a minha lamparina também? O vento apagou o fogo.
A vizinha ficou calada… Atônita…

– A senhora está me ouvindo? Pode acender a minha lamparina também? O vento apagou o fogo.

E nada.

E depois da terceira tentativa, a mulher resolveu lhe falar:

– Minha filha, para que você quer fogo se em volta de você há uma luz tão forte que vento nenhum pode apagar?




Para refletir

   É inevitável que passemos por situações escuras e até tenebrosas ao longo de nossas vidas. Mas, tenha certeza de que se você está, de fato, na Luz, por mais que esteja atravessando períodos de grandes e terríveis trevas, e ainda que os fortes ventos tentem lhe lançar ao chão, nada será capaz de lhe derrubar e lhe impedir de chegar aonde quer.
E por mais que você não veja, a Luz de Deus ilumina os seus caminhos e orienta os seus passos.


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